segunda-feira, outubro 25

Analogia da Fé

A Analogia da Fé
R. C. Sproul

Quando os Reformadores se apartaram de Roma e proclamaram sua convicção de
que a Bíblia deveria ser a autoridade suprema da igreja (Sola Scriptura), foram
também muito cuidadosos em sua preocupação em definir princípios básicos de
interpretação. A primeira regra de hermenêutica foi denominada “analogia da fé”.
Analogia da fé significa que as Escrituras interpretam as Escrituras: Sacra Scriptura
sui interpres (As Sagradas Escrituras são seu próprio intérprete). Em termos simples,
isto significa que nenhuma passagem das Escrituras pode ser interpretada de tal
forma que o significado alcançado seja conflitante em relação ao ensino claramente
exposto pela Bíblia em outras passagens. Por exemplo, se um versículo pode
apresentar duas interpretações diferentes sendo que, uma delas é contrária ao ensino
da Bíblia como um todo, enquanto a outra está em harmonia com este ensino, então
esta última deve ser adotada e a anterior descartada.

Este princípio baseia-se numa confiança prévia e básica na Bíblia como Palavra
inspirada de Deus, sendo, portanto, consistente e coerente. Uma vez assumido o
princípio de que Deus nunca se contradiria, é injurioso pensar que o Espírito Santo
pudesse escolher uma interpretação que colocaria a Bíblia desnecessariamente em
conflito consigo mesma. Em nossos dias tais escrúpulos têm sido largamente
abandonados por aqueles que negam a inspiração da Escrituras. É comum
encontrarmos intérpretes modernos que não apenas interpretam as Escrituras contra
as próprias Escrituras, mas que forçam seu argumento nesta direção. Os esforços de
teólogos ortodoxos para harmonizar passagens difíceis são ridicularizados e
largamente ignorados.

Mesmo não se considerando a inspiração, o método da analogia da fé é uma
abordagem saudável para a interpretação de qualquer literatura. A simples norma de
decência comum deveria proteger qualquer autor de acusações injustificadas de
autocontradição. Se temos a opção de interpretar os comentários de alguém ou de
forma coerente ou num sentido contraditório, parece-me que, em caso de dúvida, o
autor deve ser considerado inocente.

Tenho sido interrogado por pessoas a respeito de passagens em meus livros nos
seguintes termos: “Como pode o senhor afirmar tal coisa no capítulo seis quando, no
capítulo quatro sua posição é diferente?” Após minha explicação do que eu realmente
quis dizer no capítulo seis, a pessoa compreende que os dois pensamentos na
realidade não estão em conflito. A perspectiva no capítulo seis é ligeiramente
diferente da empregada no capítulo quatro e, à primeira vista, parecem conflitantes,
mas, usando a “filosofia da segunda olhada”, o problema se resolve. Todos nós já
passamos por esse tipo de incompreensão e deveríamos ser mais sensíveis quanto às
palavras dos outros como desejaríamos que eles o fossem a respeito das nossas.

Sem dúvida, é possível que minhas palavras sejam contraditórias, portanto, esta
abordagem de maior sensibilidade e a “filosofia de considerar inocente,” devem ser
aplicados somente nos casos em que há dúvida. Quando está claro que houve
contradição em minhas palavras, então só posso receber críticas. Em qualquer caso,
Monergismo.com – “Ao Senhor pertence a salvação” (Jonas 2:9)
quando não tentamos interpretar as palavras de forma consistente, aquilo que lemos
se toma uma massa confusa. Quando tal atitude ocorre na interpretação bíblica, as
Escrituras se tornam um camaleão mudando a cor de sua pele de acordo com a
variação do ambiente daqueles que a estão interpretando.

Torna-se, portanto, claro que nossa consideração sobre a natureza e origem da Bíblia
terá um efeito significativo sobre como vamos interpretá-la. Se a Bíblia é a Palavra
inspirada de Deus, então a analogia da fé não é uma opção, mas uma exigência para
sua interpretação.

FONTE: O Conhecimento das Escrituras, R. C. Sproul, Cultura Cristã, pág.

48-50.

Um Único Juízo Final

Um Único Juízo Final
Rev. Ronald Hanko

Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto

dizer sobre o dia do juízo do que sobre qualquer outra coisa. Olhemos
brevemente para esse testemunho.
Primeiro, a Escritura ensina que há apenas um juízo. Os julgamentos
das ovelhas e bodes (Mt. 25:31-46), do grande trono branco (Ap. 20:11-15), e
de outros julgamentos mencionados na Escritura, não são julgamentos
diferentes, acontecendo em diferentes tempos da história, mas são todos um e
o mesmo juízo público e final.
Certamente, há um certo julgamento que acontece durante toda a nossa
vida e na nossa morte, mas estamos falando aqui do juízo público e final de
todo homem, anjo e demônio. Há somente um juízo desse tipo, não muitos,
como alguns ensinam (as notas da Bíblia de Estudo Scofield ensinam sete).
Não é o nosso propósito refutar em detalhe as alegações dos
dispensacionalistas e pré-milenistas com respeito aos múltiplos julgamentos.
Daremos apenas um exemplo para mostrar o tipo de argumento frágil que é
usado para apoiar tal ensino.
É dito que o julgamento de Mateus 25:31-46 é um julgamento que
precede o fim do mundo em mil anos e um julgamento das nações então
existentes em relação a Israel. Essas nações, é dito, são julgadas somente com
respeito ao tratamento delas para com Israel durante os tempos precedentes a
esse julgamento.
Contudo, a Escritura não fala de nações existentes em Mateus 25, mas de
todas as nações (v. 32), e mostra claramente que esse julgamento não é de
nações, mas de cada indivíduo e de acordo com as obras dessa pessoa, assim
como o julgamento de Apocalipse 20. Mateus 25:46 fala de julgamento eterno
e de vida eterna, como as outras passagens que falam do julgamento final.
Esse julgamento segue a vinda do Filho do homem em sua glória, uma
vinda também descrita em Mateus 24:30,31, que ocorre ao soar de uma trombeta.
Essa trombeta é a trombeta final mencionada em 1 Coríntios 15:51,52, 1
Tessalonicenses 4:14-17 e Apocalipse 11:15-18. De acordo com Mateus
24:29,30, essa vinda de Cristo, que é anunciada pelo escurecer do sol e da lua,
é com as nuvens e visível a todos os olhos – fatos que descrevem a aparição
final de Cristo no final dos tempos (2Pe. 3:10-17; Ap. 1:7; Ap. 6:12-17).
Contudo, a prova mais clara de um julgamento final é encontrada no
ensino da Escritura de que todos serão julgados quando Cristo retornar, não
alguns agora e outros depois (João 5:28), e que há apenas um único julgamento,
não julgamentos (Mt. 5:21,22; Mt. 12:41,42).
É importante crer nisso? Cremos que sim, não somente porque isso
está associado à nossa visão de Israel, da ressurreição e da vinda de Cristo,
mas também porque é para esse julgamento, e esse somente, que devemos nos
preparar, em obediência à 2Pe. 3:10-18.

Fonte (original): Doctrine according to Godliness, Ronald Hanko,
Reformed Free Publishing Association, p. 322-23.

Apocalipse

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO
Quando a NASA detecta que um cometa está em rota de colisão com a Terra, um grupo de talentosos e excêntricos cientistas é a única esperança para o planeta. Eles passam a correr contra o tempo enquanto inúmeras cidades ao redor do mundo já estão sendo atingidas e destruídas. A vida de todos pode se extinguir em apenas alguns dias se eles não encontrarem uma solução. Mas, numa pequena cidade no estado de Luisiana, descobre-se que a chave para salvar a humanidade está bem alí; um garoto artista. Que poder ele teria para salvar a humanidade?
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natureza ao extremo vale dos tornados

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO
Sinopse: Como as crianças, irmãs Liz e Ellie testemunharam a morte de sua mãe em um tornado aterrorizante, agora, anos depois, outra tempestade ainda mais mortal está se formando e ambos estão em perigo.Tamanho:375Mb

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Criação

Sinopse: O naturalista inglês Charles Darwin se esforça para encontrar um equilíbrio entre suas teorias revolucionárias sobre a evolução e a relação com a sua religiosa mulher, cuja fé contradiz seu trabalho
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