sexta-feira, outubro 15

Amarca da besta

A marca da besta
“Esse número é seiscentos e sessenta e seis”
Poucos elementos da visão que João teve na ilha de patmos causarão tanto impacto na imaginação pública como a marca da besta (Ap 13.16-18). João viu a besta com dois chifres emergir da terra, com grande com grande poder para fazer grandes sinais e compelir as pessoas a adorarem a besta de sete cabeças e dez chifres que emergiu do mar. A besta da terra faz com que cada pessoa da terra receba uma marca na testa ou na mão direita, que lhe permite comprar e vender. João explicou que essa marca identifica a besta do mar (cf. 15.2) por um número ou nome: esse número é “seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.18). A besta do mar é o anticristo, e a besta da terra, o falso profeta, um governante mundial que controlará a economia e forçará a adoração ao anticristo após o arrebatamento da igreja. Alguns intérpretes buscam identificar a marca da besta com os dispositivos da tecnologia moderna e o número 666 com os nomes de indivíduos importantes que são noticia. As tentativas têm sido enumeras, mas muito sem sucesso. Outros enfatizam a natureza simbólica do número: como 666, o número do homem, não chega a 777, o número da perfeição. Assim, o anticristo será incapaz de falsificar o poder do caráter de Deus. Podemos ter a certeza de que qualquer detalhe especifico que venha a ser a marca e seu número, a solução será conhecida naquela época.

144.000 selados por Deus
João faz um contraste entre aqueles que recebem a marca da besta com os 144.000 servos de Deus que são selados na testa. Aqueles que têm a marca da besta sofrerão os terríveis julgamentos divinos (Ap 14.9-11). Enquanto os selados por Deus serão protegidos de qualquer mal (Ap7. 2-4). A marca na testa dos 144.000 será feita pelo “selo do Deus vivo” (Ap 7.2), que contém o nome de Deus (Ap 4.1) e indica sua presença real com eles.

O poder de uma marca
João não foi o primeiro escrito Bíblico a falar sobre a marca ma testa a mão para proteção. Ezequiel relata que Deus instruiu certos homens em Jerusalém para serem marcados na testa; aqueles marcados seriam poupados de julgamento (Ez 9.4-6). Semelhantemente a marca de Caim (Gn 4.15) o protegeu do mal. Para evitar o anjo da morte no Egito, Moisés instruiu os israelitas a marcarem as ombreiras das portas com sangue (Ex 12.1-13). Simbolicamente “testa” e “mão” da porta. Mas tarde, Moisés instruiu os israelitas a atarem a Palavra de lei nas mãos e entre os olhos como um sinal (Dt 6.8), Desta forma, a lei de Deus poderia sempre estar “a mão” e “e ser por frontal entre os olhos” para capacitar Israel a amar “o Senhor, tem Deus, de todo o teu coração” (Dt 6.5) e os proteger do pecado. Essas antigas marcas nos ajudam a compreender o terrível impacto da marca da besta. A escolha perante o mundo em Apocalipse 13 é clara: aceite a proteção de Deus ou o anticristo.

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